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Valor pedido pelo Audi A7 no Brasil equivale ao de três carros nos EUA

Rodrigo Lara

Criado para brigar com Mercedes e Porsche, modelo sairá por R$ 323.900 no Brasil
Criado para brigar com Mercedes e Porsche, modelo
sairá por R$ 323.900 no Brasil

O site Autoblog.com fez uma simulação na página norte-americana da Audi, montando algumas versões do cupê de quatro portas A7, previsto para chegar ao Brasil e às terras ianques já no próximo mês. Nos Estados Unidos o carro terá três versões: Premium, Premium Plus e Prestige, cotadas a US$ 60.125, US$ 63.685 e US$ 66.455, respectivamente (os valores incluem o frete).

Todas elas são equipadas com um motor 3.0 TFSI V6 de 310 cavalos, câmbio automático de oito marchas e tração quattro. Ainda considerando a terra do Tio Sam, o A7 está posicionado exatamente entre o A6 (US$ 45.200) e o A8 (US$ 78.050).

A diferença da Premium Plus em relação à Premium é o sistema multimídia Audi Connect; o MMI Navigation Plus, que cuida da navegação; e o MMI Touch, que torna a interface do sistema sensível ao toque. A Prestige, por sua vez, inclui os itens da Premium Plus e agrega ar-condicionado de quatro zonas, iluminação constante por LEDs, assentos dianteiros com ventilação e sistema de som Bose.

Achou uma pechincha? Pois saiba que o A7 ainda pode receber opcionais, como a sonorização Bang&Olufsen (US$ 5.900), rodas aro 20 polegadas (US$ 1.500), o chamado "Innovation Package", com piloto automático adaptativo, visão noturna e alerta de ponto cego (US$ 5.800) entre outros.

COMO VAI SER AQUI?
No Brasil, porém, o modelo chega em versão única e cheia de mimos, com praticamente todos os opcionais. Uma configuração semelhante, nos EUA, levaria o A7 às redondezas dos US$ 80 mil. Considerando o câmbio de R$ 1,61 para cada dólar, teríamos o valor de R$ 128.800. Obviamente, sem levar em consideração os impostos e a margem de lucro da revenda no Brasil, similar a de qualquer outra marca que atua em nosso país. Com essas variáveis na conta, chega-se aos R$ 323.900 pedidos pela Audi pelo carro que começa a vender aqui.

No caminho inverso, isso equivale a US$ 201.180 -- suficientes para comprar três A7 Premium (com direito a US$ 20.442 de troco), ou três A7 Premium Plus (com troco de US$ 9.552), ou três A7 Prestige (e sobra de US$ 1.329). Caso não queira montar uma frota executiva, com esses US$ 200 mil você pode comprar carros do calibre de Ferrari California (US$ 192 mil), Audi R8 V10 (US$ 171.800), Bentley Continental GTC (US$ 201.500), Lamborghini Gallardo LP560-4 (US$ 202 mil), entre outros.

O raciocínio, claro, não é exclusivo para o modelo da Audi -- UOL Carros já mostrou em outras oportunidades como a conta do brasileiro é sempre mais salgada que a de consumidores de outras partes do mundo. Para ficar apenas em exemplos recentes, revelamos em fevereiro que o valor pago pelo norte-americano no novo Volkswagen Jetta é menor que o desembolsado para se comprar um Gol aqui no Brasil, assim como mostramos em novembro como nosso Chevrolet Camaro paga três similares nos EUA, numa estratégia que também é usada com modelos populares, como o Renault Sandero.

Voltando ao caso do A7, vale observar que nos EUA, assim como no Brasil, trata-se de um carro importado. O modelo é fabricado na Alemanha, onde parte de 48.900 euros.

Valor pedido pelo Audi A7 no Brasil equivale ao de três carros nos EUA

Rodrigo Lara

Criado para brigar com Mercedes e Porsche, modelo sairá por R$ 323.900 no Brasil
Criado para brigar com Mercedes e Porsche, modelo
sairá por R$ 323.900 no Brasil

O site Autoblog.com fez uma simulação na página norte-americana da Audi, montando algumas versões do cupê de quatro portas A7, previsto para chegar ao Brasil e às terras ianques já no próximo mês. Nos Estados Unidos o carro terá três versões: Premium, Premium Plus e Prestige, cotadas a US$ 60.125, US$ 63.685 e US$ 66.455, respectivamente (os valores incluem o frete).

Todas elas são equipadas com um motor 3.0 TFSI V6 de 310 cavalos, câmbio automático de oito marchas e tração quattro. Ainda considerando a terra do Tio Sam, o A7 está posicionado exatamente entre o A6 (US$ 45.200) e o A8 (US$ 78.050).

A diferença da Premium Plus em relação à Premium é o sistema multimídia Audi Connect; o MMI Navigation Plus, que cuida da navegação; e o MMI Touch, que torna a interface do sistema sensível ao toque. A Prestige, por sua vez, inclui os itens da Premium Plus e agrega ar-condicionado de quatro zonas, iluminação constante por LEDs, assentos dianteiros com ventilação e sistema de som Bose.

Achou uma pechincha? Pois saiba que o A7 ainda pode receber opcionais, como a sonorização Bang&Olufsen (US$ 5.900), rodas aro 20 polegadas (US$ 1.500), o chamado "Innovation Package", com piloto automático adaptativo, visão noturna e alerta de ponto cego (US$ 5.800) entre outros.

COMO VAI SER AQUI?
No Brasil, porém, o modelo chega em versão única e cheia de mimos, com praticamente todos os opcionais. Uma configuração semelhante, nos EUA, levaria o A7 às redondezas dos US$ 80 mil. Considerando o câmbio de R$ 1,61 para cada dólar, teríamos o valor de R$ 128.800. Obviamente, sem levar em consideração os impostos e a margem de lucro da revenda no Brasil, similar a de qualquer outra marca que atua em nosso país. Com essas variáveis na conta, chega-se aos R$ 323.900 pedidos pela Audi pelo carro que começa a vender aqui.

No caminho inverso, isso equivale a US$ 201.180 -- suficientes para comprar três A7 Premium (com direito a US$ 20.442 de troco), ou três A7 Premium Plus (com troco de US$ 9.552), ou três A7 Prestige (e sobra de US$ 1.329). Caso não queira montar uma frota executiva, com esses US$ 200 mil você pode comprar carros do calibre de Ferrari California (US$ 192 mil), Audi R8 V10 (US$ 171.800), Bentley Continental GTC (US$ 201.500), Lamborghini Gallardo LP560-4 (US$ 202 mil), entre outros.

O raciocínio, claro, não é exclusivo para o modelo da Audi -- UOL Carros já mostrou em outras oportunidades como a conta do brasileiro é sempre mais salgada que a de consumidores de outras partes do mundo. Para ficar apenas em exemplos recentes, revelamos em fevereiro que o valor pago pelo norte-americano no novo Volkswagen Jetta é menor que o desembolsado para se comprar um Gol aqui no Brasil, assim como mostramos em novembro como nosso Chevrolet Camaro paga três similares nos EUA, numa estratégia que também é usada com modelos populares, como o Renault Sandero.

Voltando ao caso do A7, vale observar que nos EUA, assim como no Brasil, trata-se de um carro importado. O modelo é fabricado na Alemanha, onde parte de 48.900 euros.

Audi RS3 Sportback

Carsale | Marcelo Goto/Foto: Divulgação

Fotos

No início dos anos 2000, o Audi A3 1.8 T era o sonho de consumo de muitos brasileiros – inclusive o meu. Na época, ele era o carro mais caro fabricado no País – custava pouco menos de R$ 65 mil – e, até a chegada do Honda Civic Si, no início de 2007, reinou como o modelo nacional mais potente, mesmo seis meses após ter sua produção encerrada na fábrica da Volkswagen de São José dos Pinhais, no Paraná. E é essa aura de desejo que a Audi quer resgatar com o novo RS3, que desembarca por aqui em setembro deste ano, por cerca de R$ 290 mil. Na Alemanha, o carro chega às lojas da Audi já em abril.

Obviamente, o RS3 é muito mais caro e tem quase o dobro da potência do saudoso A3 turbinado, mas a presença dele nas ruas daqui está mais associada à imagem de esportividade que a Audi quer devolver à mente dos consumidores brasileiros do que com expectativa de vendas. Prova disso é que apenas 20 unidades do RS3 serão enviadas para cá neste ano – e mais 40 no ano que vem. “O RS3 será o ícone de esportividade da Audi no Brasil”, garante Paulo Kakinoff, presidente da Audi Brasil.

Segundo o executivo, antes de embarcar rumo ao País, todos os exemplares serão submetidos a um processo de tropicalização na Alemanha, que inclui modificações no motor de cinco cilindros, 2.5 litros, turbo, de 340 cv e 45,9 kgfm de torque – para evitar a corrosão provocada pelo etanol misturado à gasolina brasileira –, no sistema de arrefecimento e o aumento do curso da suspensão, para suportar a buraqueira das ruas brasileiras.

O RS3 é o caçula da gama esportiva RS, que inclui ainda os possantes RS6 (sedã) e RS5 (cupê), também disponíveis por aqui. Ele faz parte do cardápio de lançamentos que a Audi anunciou para o mercado nacional neste ano e que inclui ainda o pequeno A1 (abril), o A7 Sportback (maio), o A8 L (junho) e o A6 (setembro). E o ritmo acelerado de novidades, segundo ainda Kakinoff, segue o mesmo dos anos anteriores. Ou seja, um produto novo da marca a cada 45 dias.

Levando-se em conta o porte e a potência, o irmão mais nervoso do A3 Sportback tem dois concorrentes diretos em terras brasileiras, e um deles também é da Audi: o TTS Coupe. Vendido por pouco mais de R$ 281,5 mil, o esportivo 2+2 vem com bloco 2.0 turbo FSI, de 272 cv, câmbio S-tronic de seis marchas, e tração integral quattro. O outro é o Subaru Impreza WRX STi Hatch, que é equipado com motor de quatro cilindros boxer, 2.5 litros, turbo, de 310 cv, câmbio manual de seis marchas e tração integral AWD. Preço do nipônico: R$ 220 mil. Na Europa, a lista de rivais inclui ainda o primo VW Golf R, o Ford Focus RS e o novo BMW M1 Coupe.

O Carsale teve a oportunidade de estar a bordo do RS3 – ao volante e no banco do passageiro – dias atrás, em um test-drive realizado no Principado de Mônaco e em Nice, no Sul da França. O carro, claro, é voltado para quem busca esportividade em seu aspecto mais bruto, mas engana-se que seu comportamento seja assim o tempo inteiro. O RS3 segue a filosofia “alltag auto”, ou carro para uso diário, em alemão. Continue lendo o texto que eu explico.

Visualmente, o RS3 segue a mesma receita impactante do RS5. E não poderia ser diferente. Afinal, que graça teria em esconder 340 cv debaixo do capô e não exibir um algo a mais na aparência? E esse diferencial está na parte frontal do carro, que traz pára-choque com tomadas de ar enormes e molduras metálicas – ou pintadas de preto, dependendo da cor da carroceria – contornando as bordas da grade dianteira. Uma tela tipo favo de abelha protege as entradas de ar ao mesmo tempo em que acentua a pegada agressiva do modelo. O conjunto óptico vem com faróis de xenon e fileiras de leds para iluminação diurna. Emblemas fixados na grade e na tampa do porta-malas revelam a identidade do topo de linha da gama A3.

Já as laterais e a traseira são praticamente idênticas às do S3, com exceção das rodas de alumínio, que no RS3 medem 19 polegadas e exibem cinco raios de acabamento acetinado. O desenho lembra hélices de avião, deixando as pinças e os grandes discos de freio perfurados à vista. De acordo com a Audi, as rodas opcionais, pintadas de preto com detalhes em vermelho – ou cinza com aro branco –, serão oferecidas como item de série no Brasil. Os únicos opcionais por aqui serão o teto solar e os bancos esportivos tipo concha, cujos preços não foram revelados. O pacote de itens aerodinâmicos inclui ainda um spoiler instalado sobre o vidro traseiro. A saída de escapamento é dupla e fica à esquerda do pára-choque. Mas, cá entre nós, bem que os engenheiros da Audi poderiam posicioná-las nas extremidades da peça. Estaria mais de acordo com a proposta do carro.

O interior do RS3 também é idêntico ao do S3. Aliás, o volante multifuncional, de três raios e achatado na parte inferior, é o igual em ambos os modelos. O mesmo se aplica à instrumentação, embora o velocímetro do RS exiba graduações com intervalos de 30 km/h, a partir dos 100 km/h, e velocidade final de 310 km/h – no irmão mais manso, a marcação é feita de 20 em 20 km/h, com máxima de 300 km/h. Há ainda revestimentos em tons escuros, forração de couro nos bancos e portas, insertos metálicos espalhados pela cabine e iluminação avermelhada no painel.

Mas o perfil extremamente esportivo do RS3 não impede que ele traga mimos para encarar o dia-a-dia com conforto. O pacote padrão de equipamentos oferece ar-condicionado digital, com duas zonas de climatização independentes, sensores de obstáculo traseiro, de chuva e de luminosidade para acendimento dos faróis, assentos com aquecimento e apoios laterais, além de sistema de áudio Bose, com dez alto-falantes. Entre os itens de segurança constam seis airbags, sendo os dianteiros de dois estágios, cintos de segurança com dispositivo limitador de força e encostos de cabeça dianteiros ativos.

Ficha Técnica

RS3 Sportback
MotorDianteiro, transversal, cinco cilindros em linha, 2.5 litros, 20 válvulas, comando duplo (DOHC), injeção direta, turbocompressor, gasolina
Cilindrada (Cm³)2.480
Potência (Cv)340 (entre 5.400 e 6.500 rpm)
Torque (Kgfm)45,9 (entre 1.600 e 5.300 rpm)
CâmbioAutomatizado de 7 marchas e dupla embreagem S Tronic
Comprimento (m)4,30
Largura (m)1,79
Altura (m)1,40
Entre-Eixo (m)2,57
Peso (m)1.575
Porta-Mala (l)302 (1.032, com os bancos rebatidos)
SuspensãoIndependente, tipo McPherson, com braços triangulares inferiores, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora, na dianteira, e independente, tipo Fourlink, com braços duplos sobrepostos em alumínio, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora na traseira
FreiosDiscos ventilados de aço na frente e atrás, com ABS, EBD e ESP
Tanque (l)60
Preço (R$)290 mil
Taxa de Compressão10:1
Consumo (dados de fábrica - km/l)10,9 (combinado)
Velocidade Final (km/h)250 (limitado eletronicamente)
Aceleração 0 a 100 Km/h (s)4,6

Audi RS3 Sportback

Carsale | Marcelo Goto/Foto: Divulgação

Fotos

No início dos anos 2000, o Audi A3 1.8 T era o sonho de consumo de muitos brasileiros – inclusive o meu. Na época, ele era o carro mais caro fabricado no País – custava pouco menos de R$ 65 mil – e, até a chegada do Honda Civic Si, no início de 2007, reinou como o modelo nacional mais potente, mesmo seis meses após ter sua produção encerrada na fábrica da Volkswagen de São José dos Pinhais, no Paraná. E é essa aura de desejo que a Audi quer resgatar com o novo RS3, que desembarca por aqui em setembro deste ano, por cerca de R$ 290 mil. Na Alemanha, o carro chega às lojas da Audi já em abril.

Obviamente, o RS3 é muito mais caro e tem quase o dobro da potência do saudoso A3 turbinado, mas a presença dele nas ruas daqui está mais associada à imagem de esportividade que a Audi quer devolver à mente dos consumidores brasileiros do que com expectativa de vendas. Prova disso é que apenas 20 unidades do RS3 serão enviadas para cá neste ano – e mais 40 no ano que vem. “O RS3 será o ícone de esportividade da Audi no Brasil”, garante Paulo Kakinoff, presidente da Audi Brasil.

Segundo o executivo, antes de embarcar rumo ao País, todos os exemplares serão submetidos a um processo de tropicalização na Alemanha, que inclui modificações no motor de cinco cilindros, 2.5 litros, turbo, de 340 cv e 45,9 kgfm de torque – para evitar a corrosão provocada pelo etanol misturado à gasolina brasileira –, no sistema de arrefecimento e o aumento do curso da suspensão, para suportar a buraqueira das ruas brasileiras.

O RS3 é o caçula da gama esportiva RS, que inclui ainda os possantes RS6 (sedã) e RS5 (cupê), também disponíveis por aqui. Ele faz parte do cardápio de lançamentos que a Audi anunciou para o mercado nacional neste ano e que inclui ainda o pequeno A1 (abril), o A7 Sportback (maio), o A8 L (junho) e o A6 (setembro). E o ritmo acelerado de novidades, segundo ainda Kakinoff, segue o mesmo dos anos anteriores. Ou seja, um produto novo da marca a cada 45 dias.

Levando-se em conta o porte e a potência, o irmão mais nervoso do A3 Sportback tem dois concorrentes diretos em terras brasileiras, e um deles também é da Audi: o TTS Coupe. Vendido por pouco mais de R$ 281,5 mil, o esportivo 2+2 vem com bloco 2.0 turbo FSI, de 272 cv, câmbio S-tronic de seis marchas, e tração integral quattro. O outro é o Subaru Impreza WRX STi Hatch, que é equipado com motor de quatro cilindros boxer, 2.5 litros, turbo, de 310 cv, câmbio manual de seis marchas e tração integral AWD. Preço do nipônico: R$ 220 mil. Na Europa, a lista de rivais inclui ainda o primo VW Golf R, o Ford Focus RS e o novo BMW M1 Coupe.

O Carsale teve a oportunidade de estar a bordo do RS3 – ao volante e no banco do passageiro – dias atrás, em um test-drive realizado no Principado de Mônaco e em Nice, no Sul da França. O carro, claro, é voltado para quem busca esportividade em seu aspecto mais bruto, mas engana-se que seu comportamento seja assim o tempo inteiro. O RS3 segue a filosofia “alltag auto”, ou carro para uso diário, em alemão. Continue lendo o texto que eu explico.

Visualmente, o RS3 segue a mesma receita impactante do RS5. E não poderia ser diferente. Afinal, que graça teria em esconder 340 cv debaixo do capô e não exibir um algo a mais na aparência? E esse diferencial está na parte frontal do carro, que traz pára-choque com tomadas de ar enormes e molduras metálicas – ou pintadas de preto, dependendo da cor da carroceria – contornando as bordas da grade dianteira. Uma tela tipo favo de abelha protege as entradas de ar ao mesmo tempo em que acentua a pegada agressiva do modelo. O conjunto óptico vem com faróis de xenon e fileiras de leds para iluminação diurna. Emblemas fixados na grade e na tampa do porta-malas revelam a identidade do topo de linha da gama A3.

Já as laterais e a traseira são praticamente idênticas às do S3, com exceção das rodas de alumínio, que no RS3 medem 19 polegadas e exibem cinco raios de acabamento acetinado. O desenho lembra hélices de avião, deixando as pinças e os grandes discos de freio perfurados à vista. De acordo com a Audi, as rodas opcionais, pintadas de preto com detalhes em vermelho – ou cinza com aro branco –, serão oferecidas como item de série no Brasil. Os únicos opcionais por aqui serão o teto solar e os bancos esportivos tipo concha, cujos preços não foram revelados. O pacote de itens aerodinâmicos inclui ainda um spoiler instalado sobre o vidro traseiro. A saída de escapamento é dupla e fica à esquerda do pára-choque. Mas, cá entre nós, bem que os engenheiros da Audi poderiam posicioná-las nas extremidades da peça. Estaria mais de acordo com a proposta do carro.

O interior do RS3 também é idêntico ao do S3. Aliás, o volante multifuncional, de três raios e achatado na parte inferior, é o igual em ambos os modelos. O mesmo se aplica à instrumentação, embora o velocímetro do RS exiba graduações com intervalos de 30 km/h, a partir dos 100 km/h, e velocidade final de 310 km/h – no irmão mais manso, a marcação é feita de 20 em 20 km/h, com máxima de 300 km/h. Há ainda revestimentos em tons escuros, forração de couro nos bancos e portas, insertos metálicos espalhados pela cabine e iluminação avermelhada no painel.

Mas o perfil extremamente esportivo do RS3 não impede que ele traga mimos para encarar o dia-a-dia com conforto. O pacote padrão de equipamentos oferece ar-condicionado digital, com duas zonas de climatização independentes, sensores de obstáculo traseiro, de chuva e de luminosidade para acendimento dos faróis, assentos com aquecimento e apoios laterais, além de sistema de áudio Bose, com dez alto-falantes. Entre os itens de segurança constam seis airbags, sendo os dianteiros de dois estágios, cintos de segurança com dispositivo limitador de força e encostos de cabeça dianteiros ativos.

Ficha Técnica

RS3 Sportback
MotorDianteiro, transversal, cinco cilindros em linha, 2.5 litros, 20 válvulas, comando duplo (DOHC), injeção direta, turbocompressor, gasolina
Cilindrada (Cm³)2.480
Potência (Cv)340 (entre 5.400 e 6.500 rpm)
Torque (Kgfm)45,9 (entre 1.600 e 5.300 rpm)
CâmbioAutomatizado de 7 marchas e dupla embreagem S Tronic
Comprimento (m)4,30
Largura (m)1,79
Altura (m)1,40
Entre-Eixo (m)2,57
Peso (m)1.575
Porta-Mala (l)302 (1.032, com os bancos rebatidos)
SuspensãoIndependente, tipo McPherson, com braços triangulares inferiores, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora, na dianteira, e independente, tipo Fourlink, com braços duplos sobrepostos em alumínio, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora na traseira
FreiosDiscos ventilados de aço na frente e atrás, com ABS, EBD e ESP
Tanque (l)60
Preço (R$)290 mil
Taxa de Compressão10:1
Consumo (dados de fábrica - km/l)10,9 (combinado)
Velocidade Final (km/h)250 (limitado eletronicamente)
Aceleração 0 a 100 Km/h (s)4,6

Audi A1: testamos na pista o rival do Mini

Menor modelo da marca alemã chega ao Brasil e mostra que vai dar trabalho aos concorrentes


Hairton Ponciano Voz // Fotos: Fabio Aro

 Fabio Aro
Audi A1: preço - R$ 89.900, garantia - 2 anos

No Salão do Anhembi, apesar de seus modestos 3,95 metros, ele conseguiu se destacar em um estande que tinha estrelas tão brilhantes como R8 Spyder, A8 e RS5. Mesmo com a vizinhança de peso, chegar perto do menor automóvel da Audi durante os dias de exposição não foi uma tarefa das mais fáceis. Por isso, enquanto o A1 vermelho brilhava no Salão, fomos para a pista de testes com o pequeno hatch preto aí do lado, para ver se o menor Audi merece as argolas na grade frontal.

Com o A1, a Audi pretende invadir o território do Mini, mas com uma proposta, digamos, “filosófica” diferente: enquanto o modelo inglês tem estilo retro e retoma as linhas do Mini original, o alemão investiu no visual contemporâneo, mesmo caminho trilhado pelo Citroën DS3. Além disso, a Audi optou pela agressividade comercial: por R$ 89.900 (praticamente o mesmo preço de partida do Mini), o A1 oferece motor turbo, câmbio automatizado de sete marchas e faróis de xenônio, itens indisponíveis no Mini mais barato, que tem motor 1.6 aspirado, transmissão manual de cinco marchas e faróis convencionais.

A marca mais característica do Audi A1 é o arco que começa na coluna dianteira e vai até a traseira, e que pode ter cor diferente da carroceria, para criar uma espécie de personalização.

 Fabio Aro
O visual nervoso e a ampla grade são os mesmos dos irmãos maiores.

O visual é típico de Audi. Os faróis têm o conhecido contorno de leds dos demais carros da montadora. Além disso, apesar do tamanho, o A1 tem aspecto tão enfezado como seus irmãos maiores. O visual mal-encarado aparece mesmo quando o carro é visto de traseira, porque as lanternas reproduzem o estilo nervoso da dianteira. De lado, a presença de portas apenas na dianteira também reforça o visual esportivo.

Assumo o volante e percebo que quase todos os equipamentos que costumo encontrar nos carros de Ingolstadt estão lá. O ar-condicionado não é digital, a regulagem de banco é manual, a carroceria e a suspensão não empregam alumínio (material de uso comum na marca), mas não se esqueça de que estamos falando de um Audi na faixa de R$ 90 mil.

O painel tem revestimento macio, exatamente como nos modelos mais caros. Os comandos de som estão no volante, e a posição de dirigir é tão boa como nos demais veículos da empresa. No centro do painel, um display mostra os comandos de som, ajustes do veículo, etc. Saio com o carro e no primeiro semáforo ele morre! Audi morre? Esse, sim. Como opcional, o A1 pode vir com o sistema start-stop, que desliga o motor quando o carro para, e religa assim que a gente solta o pedal de freio. É tudo automático e instantâneo, e o objetivo é obter economia com conforto.

 Fabio Aro
O quadro de instrumentos tem dois grandes mostradores, que facilitam a visualização;
as marchas podem ser mudadas no volante

Deixo para trás a cidade, pego a estrada e descubro que o motor 1.4 TFSI gosta de andar tanto quanto eu. O pequeno modelo de 1.125 kg ganha velocidade com facilidade, mesmo com o ar-condicionado ligado e a companhia do Luís Carlos Bouças. Instrutor-técnico da Audi, Bouças desempenhou função dupla durante nosso dia de testes com o A1. Uma foi me auxiliar com as informações sobre o carro: o cara conhece pelo nome cada parafuso do A1 (e de todos os outros veí-culos da marca, diga-se). A outra foi servir como lastro. Ele permitiu que eu descobrisse como o modelo se comporta na estrada com um passageiro de bem mais de 100 kg, ou de um passageiro que quase “vale por dois”, segundo sua própria definição.

Sem problema. Embora compacto, o motor 1.4 turbo de injeção direta gera 122 cavalos e tem torque de 20,4 kgfm a partir de 1.500 rpm. Isso significa que o motor responde bem aos comandos do condutor. Desenvolvido em conjunto pela Audi e VW, esse motor tem injeção direta, comando duplo, 16 válvulas e intercooler. Fazendo dobradinha com ele, há um eficiente câmbio de sete marchas e dupla embreagem. Graças à embreagem dupla, as trocas são feitas em tempos muito reduzidos. E, por causa do grande número de marchas, quase não há interrupção de potência entre as mudanças. Com isso, a condução fica muito suave. As marchas podem também ser trocadas por meio de borboletas no volante.

 Fabio Aro

Por todas essas características, o A1 consegue ser econômico, mesmo sem abrir mão de desempenho. Como pode ser visto no quadro de testes, o modelo obteve média de 10,7 km/l na cidade e 15,1 km/l na estrada. Na pista, cravou 0 a 100 km/h em 9,5 segundos. Graças à embreagem dupla e às sete marchas, os tempos de retomada foram muito bons. Dê uma olhada na página de testes e depois volte para cá. Eu aguardo.

Enquanto isso, aproveito para medir o nível de ruído em marcha lenta. Marcha lenta? Não no A1. Não disse que, quando ele para, o motor desliga? Por isso, o decibelímetro estacionou em baixíssimos 35,3 decibéis com o carro parado. Para se ter uma ideia, o ultraluxuoso sedã A8 (o maior irmão do A1) apresentou 41,8 dB na mesma condição.

Além do conjunto mecânico eficiente, o baixo peso também colabora para o bom comportamento dinâmico do carro. Pesando 1.125 kg, o A1 é leve como um veículo 1.0, porém com o dobro de potência. As frenagens também foram dignas de Audi. Com discos nas quatro rodas e ABS, a 80 km/h o modelo precisou de 25 metros até parar completamente. Os freios, a propósito, têm uma função adicional: parte da energia que seria dissipada na frenagem é armazenada na bateria.

 Fabio Aro
O porta-malas é razoável. Atrás, há lugar para duas pessoas, desde que não muito altas

Mesmo sem suspensão independente na traseira, o A1 apresentou bom comportamento nas curvas, e a direção eletro-hidráulica mostrou precisão: boas respostas e firmeza ideal.

O pequeno Audi aproveita a plataforma do novo Polo europeu (PQ25), incluindo a suspensão. Isso explica a boa dirigibilidade. A unidade testada, porém, estava bem esportiva, com tudo o que isso significa de bom e de ruim: “nosso” carro estava muito atraente (e muito estável) em suas rodas aro 17. Porém, ao custo de uma rodagem excessivamente firme. Sobre asfalto de boa qualidade, não há problema, mas em pavimentação ruim o carro tende a chacoalhar um pouco. Provavelmente por conta disso, ao montar o chamado “pacote Brasil” a Audi optou por trazer o modelo com rodas aro 16 e pneus 215/45.

Cabe a família? Aí depende. O A1 é um automóvel de quatro lugares e duas portas. Só isso já é um limitador. Com 1,65 metro de estatura, até que eu consegui me acomodar no banco traseiro, mas acima disso a coisa começa a apertar, literalmente. É, portanto, carro para solteiros ou para casais jovens, no máximo com filhos pequenos. Ou o terceiro veículo da família, o carro da “curtição”. Até porque o porta-malas também tem restrições: acomoda 270 litros, segundo a Audi.

A comercialização do A1 começou em regime de pré-venda durante o Salão do Anhembi. As entregas, no entanto, devem ocorrer a partir de fevereiro.

 Fabio Aro
Para receber a tecnologia start-stop,
o motor 1.4 TFSI passou por diversas modificações

Liga-delisga

A tecnologia start-stop requer diversas alterações mecânicas e elétricas. Para suportar seguidas partidas (num trânsito congestionado, por exemplo), a bateria precisa ser reforçada. Além disso, o volante do motor também precisa ser substituído, assim como as bronzinas, que devem ser maiores, porque o óleo tende a descer quando o motor para de funcionar, mas logo em seguida ele volta a ser religado. Por isso, a lubrificação passa a ser um ponto crítico. O motor também recebe um sensor para identificar qual cilindro está mais próximo do ponto de ignição, para que ele volte a funcionar mais rapidamente do que ocorreria em um sistema convencional. Assim, ele deve dar apenas meia volta e já retornar ao trabalho. Caso a temperatura interna do veículo comece a se elevar por conta do desligamento do motor, o sistema aciona o propulsor, para que o ar-condicionado volte a funcionar.

Moral da História

O A1 entra na briga dos pequenos com todas as condições de êxito. Pelo preço do Mini mais barato, oferece pacote de equipamentos bem competitivo, caso dos faróis de xenônio e do câmbio de sete marchas e dupla embreagem. O visual moderno e o bom acabamento podem atrair clientes do próprio Mini, ou ainda conquistar pessoas que estejam à procura de outros veículos desse segmento, como o New Beetle (que muda em breve) e o Fiat 500, que ainda está com vendas abaixo do esperado pela empresa italiana. Ele chega para dar vida nova à Audi no Brasil.

Audi A1: testamos na pista o rival do Mini

Menor modelo da marca alemã chega ao Brasil e mostra que vai dar trabalho aos concorrentes


Hairton Ponciano Voz // Fotos: Fabio Aro

 Fabio Aro
Audi A1: preço - R$ 89.900, garantia - 2 anos

No Salão do Anhembi, apesar de seus modestos 3,95 metros, ele conseguiu se destacar em um estande que tinha estrelas tão brilhantes como R8 Spyder, A8 e RS5. Mesmo com a vizinhança de peso, chegar perto do menor automóvel da Audi durante os dias de exposição não foi uma tarefa das mais fáceis. Por isso, enquanto o A1 vermelho brilhava no Salão, fomos para a pista de testes com o pequeno hatch preto aí do lado, para ver se o menor Audi merece as argolas na grade frontal.

Com o A1, a Audi pretende invadir o território do Mini, mas com uma proposta, digamos, “filosófica” diferente: enquanto o modelo inglês tem estilo retro e retoma as linhas do Mini original, o alemão investiu no visual contemporâneo, mesmo caminho trilhado pelo Citroën DS3. Além disso, a Audi optou pela agressividade comercial: por R$ 89.900 (praticamente o mesmo preço de partida do Mini), o A1 oferece motor turbo, câmbio automatizado de sete marchas e faróis de xenônio, itens indisponíveis no Mini mais barato, que tem motor 1.6 aspirado, transmissão manual de cinco marchas e faróis convencionais.

A marca mais característica do Audi A1 é o arco que começa na coluna dianteira e vai até a traseira, e que pode ter cor diferente da carroceria, para criar uma espécie de personalização.

 Fabio Aro
O visual nervoso e a ampla grade são os mesmos dos irmãos maiores.

O visual é típico de Audi. Os faróis têm o conhecido contorno de leds dos demais carros da montadora. Além disso, apesar do tamanho, o A1 tem aspecto tão enfezado como seus irmãos maiores. O visual mal-encarado aparece mesmo quando o carro é visto de traseira, porque as lanternas reproduzem o estilo nervoso da dianteira. De lado, a presença de portas apenas na dianteira também reforça o visual esportivo.

Assumo o volante e percebo que quase todos os equipamentos que costumo encontrar nos carros de Ingolstadt estão lá. O ar-condicionado não é digital, a regulagem de banco é manual, a carroceria e a suspensão não empregam alumínio (material de uso comum na marca), mas não se esqueça de que estamos falando de um Audi na faixa de R$ 90 mil.

O painel tem revestimento macio, exatamente como nos modelos mais caros. Os comandos de som estão no volante, e a posição de dirigir é tão boa como nos demais veículos da empresa. No centro do painel, um display mostra os comandos de som, ajustes do veículo, etc. Saio com o carro e no primeiro semáforo ele morre! Audi morre? Esse, sim. Como opcional, o A1 pode vir com o sistema start-stop, que desliga o motor quando o carro para, e religa assim que a gente solta o pedal de freio. É tudo automático e instantâneo, e o objetivo é obter economia com conforto.

 Fabio Aro
O quadro de instrumentos tem dois grandes mostradores, que facilitam a visualização;
as marchas podem ser mudadas no volante

Deixo para trás a cidade, pego a estrada e descubro que o motor 1.4 TFSI gosta de andar tanto quanto eu. O pequeno modelo de 1.125 kg ganha velocidade com facilidade, mesmo com o ar-condicionado ligado e a companhia do Luís Carlos Bouças. Instrutor-técnico da Audi, Bouças desempenhou função dupla durante nosso dia de testes com o A1. Uma foi me auxiliar com as informações sobre o carro: o cara conhece pelo nome cada parafuso do A1 (e de todos os outros veí-culos da marca, diga-se). A outra foi servir como lastro. Ele permitiu que eu descobrisse como o modelo se comporta na estrada com um passageiro de bem mais de 100 kg, ou de um passageiro que quase “vale por dois”, segundo sua própria definição.

Sem problema. Embora compacto, o motor 1.4 turbo de injeção direta gera 122 cavalos e tem torque de 20,4 kgfm a partir de 1.500 rpm. Isso significa que o motor responde bem aos comandos do condutor. Desenvolvido em conjunto pela Audi e VW, esse motor tem injeção direta, comando duplo, 16 válvulas e intercooler. Fazendo dobradinha com ele, há um eficiente câmbio de sete marchas e dupla embreagem. Graças à embreagem dupla, as trocas são feitas em tempos muito reduzidos. E, por causa do grande número de marchas, quase não há interrupção de potência entre as mudanças. Com isso, a condução fica muito suave. As marchas podem também ser trocadas por meio de borboletas no volante.

 Fabio Aro

Por todas essas características, o A1 consegue ser econômico, mesmo sem abrir mão de desempenho. Como pode ser visto no quadro de testes, o modelo obteve média de 10,7 km/l na cidade e 15,1 km/l na estrada. Na pista, cravou 0 a 100 km/h em 9,5 segundos. Graças à embreagem dupla e às sete marchas, os tempos de retomada foram muito bons. Dê uma olhada na página de testes e depois volte para cá. Eu aguardo.

Enquanto isso, aproveito para medir o nível de ruído em marcha lenta. Marcha lenta? Não no A1. Não disse que, quando ele para, o motor desliga? Por isso, o decibelímetro estacionou em baixíssimos 35,3 decibéis com o carro parado. Para se ter uma ideia, o ultraluxuoso sedã A8 (o maior irmão do A1) apresentou 41,8 dB na mesma condição.

Além do conjunto mecânico eficiente, o baixo peso também colabora para o bom comportamento dinâmico do carro. Pesando 1.125 kg, o A1 é leve como um veículo 1.0, porém com o dobro de potência. As frenagens também foram dignas de Audi. Com discos nas quatro rodas e ABS, a 80 km/h o modelo precisou de 25 metros até parar completamente. Os freios, a propósito, têm uma função adicional: parte da energia que seria dissipada na frenagem é armazenada na bateria.

 Fabio Aro
O porta-malas é razoável. Atrás, há lugar para duas pessoas, desde que não muito altas

Mesmo sem suspensão independente na traseira, o A1 apresentou bom comportamento nas curvas, e a direção eletro-hidráulica mostrou precisão: boas respostas e firmeza ideal.

O pequeno Audi aproveita a plataforma do novo Polo europeu (PQ25), incluindo a suspensão. Isso explica a boa dirigibilidade. A unidade testada, porém, estava bem esportiva, com tudo o que isso significa de bom e de ruim: “nosso” carro estava muito atraente (e muito estável) em suas rodas aro 17. Porém, ao custo de uma rodagem excessivamente firme. Sobre asfalto de boa qualidade, não há problema, mas em pavimentação ruim o carro tende a chacoalhar um pouco. Provavelmente por conta disso, ao montar o chamado “pacote Brasil” a Audi optou por trazer o modelo com rodas aro 16 e pneus 215/45.

Cabe a família? Aí depende. O A1 é um automóvel de quatro lugares e duas portas. Só isso já é um limitador. Com 1,65 metro de estatura, até que eu consegui me acomodar no banco traseiro, mas acima disso a coisa começa a apertar, literalmente. É, portanto, carro para solteiros ou para casais jovens, no máximo com filhos pequenos. Ou o terceiro veículo da família, o carro da “curtição”. Até porque o porta-malas também tem restrições: acomoda 270 litros, segundo a Audi.

A comercialização do A1 começou em regime de pré-venda durante o Salão do Anhembi. As entregas, no entanto, devem ocorrer a partir de fevereiro.

 Fabio Aro
Para receber a tecnologia start-stop,
o motor 1.4 TFSI passou por diversas modificações

Liga-delisga

A tecnologia start-stop requer diversas alterações mecânicas e elétricas. Para suportar seguidas partidas (num trânsito congestionado, por exemplo), a bateria precisa ser reforçada. Além disso, o volante do motor também precisa ser substituído, assim como as bronzinas, que devem ser maiores, porque o óleo tende a descer quando o motor para de funcionar, mas logo em seguida ele volta a ser religado. Por isso, a lubrificação passa a ser um ponto crítico. O motor também recebe um sensor para identificar qual cilindro está mais próximo do ponto de ignição, para que ele volte a funcionar mais rapidamente do que ocorreria em um sistema convencional. Assim, ele deve dar apenas meia volta e já retornar ao trabalho. Caso a temperatura interna do veículo comece a se elevar por conta do desligamento do motor, o sistema aciona o propulsor, para que o ar-condicionado volte a funcionar.

Moral da História

O A1 entra na briga dos pequenos com todas as condições de êxito. Pelo preço do Mini mais barato, oferece pacote de equipamentos bem competitivo, caso dos faróis de xenônio e do câmbio de sete marchas e dupla embreagem. O visual moderno e o bom acabamento podem atrair clientes do próprio Mini, ou ainda conquistar pessoas que estejam à procura de outros veículos desse segmento, como o New Beetle (que muda em breve) e o Fiat 500, que ainda está com vendas abaixo do esperado pela empresa italiana. Ele chega para dar vida nova à Audi no Brasil.

Audi revela o preço do esportivo RS3

Car Magazine - escrito por Fernando Garcia

A Audi revelou o preço do RS3 para a Europa. Custando 52.100 euros - cerca de R$ 115.600,00, o esportivo em equipado com motor 2.5 litros TDI de 5 cilindros turbo, de 340 cv. Na aceleração, o hatch faz de 0 a 100 km/h em apenas 4,6 segundos. Para o mercado europeu, o Audi RS3 será vendido a partir de abril de 2011.

Audi revela o preço do esportivo RS3

Car Magazine - escrito por Fernando Garcia

A Audi revelou o preço do RS3 para a Europa. Custando 52.100 euros - cerca de R$ 115.600,00, o esportivo em equipado com motor 2.5 litros TDI de 5 cilindros turbo, de 340 cv. Na aceleração, o hatch faz de 0 a 100 km/h em apenas 4,6 segundos. Para o mercado europeu, o Audi RS3 será vendido a partir de abril de 2011.

Audi Q5 Hybrid revelado antes de Los Angeles

Fabricante revela detalhes técnicos do SUV híbrido antes da hora

por Hector Mañón, do AutoCosmos/México - exclusivo para MotorDream

Audi Q5 Hybrid revelado antes de Los Angeles

O primeiro híbrido que será vendido nas concessionárias da Audi foi revelado uma semana antes da data prevista - o Salão de Los Angeles, na Califórnia. O motor utilizado é uma combinação de 2.0 litros de quatro cilindros de injeção direta turbo (TFSI), que produz 208 cv, com um de propulsão elétrica de 44 cv, alimentado por uma bateria de íons de lítio localizado no piso do bagageiro. A tração tem sistema Quattro, integral nas quatro rodas, como em outras versões do Q5.

Por si só, o motor elétrico é capaz de levar o Q5 Hybrid até uma velocidade de 100 km/h, mas apenas em trechos de menos de até três quilômetros, já que o alcance das baterias é curto. Inclui também uma modalidade do esporte em que o poder de ambos combinados para chegar a 241 cv. O zero a 100 km/h pode ser feito em 7,1 segundos e a velocidade máxima para a versão híbrida será de 222 km/h.

As mudanças interiores incluem um painel de instrumentos redesenhado, que agora mostra a carga da bateria e se o motorista está utilizando o motor a gasolina ou elétrico em tempo real. Os dados de consumo de combustível e as emissões de gases com efeito de estufa terão de esperar até seu lançamento oficial, no evento californiano.

Audi Q5 Hybrid revelado antes de Los Angeles

Fabricante revela detalhes técnicos do SUV híbrido antes da hora

por Hector Mañón, do AutoCosmos/México - exclusivo para MotorDream

Audi Q5 Hybrid revelado antes de Los Angeles

O primeiro híbrido que será vendido nas concessionárias da Audi foi revelado uma semana antes da data prevista - o Salão de Los Angeles, na Califórnia. O motor utilizado é uma combinação de 2.0 litros de quatro cilindros de injeção direta turbo (TFSI), que produz 208 cv, com um de propulsão elétrica de 44 cv, alimentado por uma bateria de íons de lítio localizado no piso do bagageiro. A tração tem sistema Quattro, integral nas quatro rodas, como em outras versões do Q5.

Por si só, o motor elétrico é capaz de levar o Q5 Hybrid até uma velocidade de 100 km/h, mas apenas em trechos de menos de até três quilômetros, já que o alcance das baterias é curto. Inclui também uma modalidade do esporte em que o poder de ambos combinados para chegar a 241 cv. O zero a 100 km/h pode ser feito em 7,1 segundos e a velocidade máxima para a versão híbrida será de 222 km/h.

As mudanças interiores incluem um painel de instrumentos redesenhado, que agora mostra a carga da bateria e se o motorista está utilizando o motor a gasolina ou elétrico em tempo real. Os dados de consumo de combustível e as emissões de gases com efeito de estufa terão de esperar até seu lançamento oficial, no evento californiano.

Audi lança quarta geração do A6

Sedã se inspira em A7 Sportback e A8 para se diferenciar no segmento

do Infomotori/Itália - exclusivo para MotorDream


Audi lança quarta geração do A6

O novo Audi A6 tem uma série de soluções inovadoras em todas as áreas técnicas: carroceria leve, suspensão esportiva e uma vasta gama de novos sistemas multimídia. Ampla também é a oferta de motores e transmissões. Disponível na Europa a partir de março de 2011, o novo A6 partirá de 45.250 euros – com o motor 2.8 FSI de 204 cv e tração dianteira.

A carroceria do novo Audi A6 é majoritariamente composta por alumínio e aço de alta tecnologia, tornando-o extremamente leve, rígido e seguro. O desenho do novo sedã da marca alemã é esportivo e elegante, mas sem muita originalidade. Com 4,92 metros de comprimento, 1,87 m de largura e apenas 1,46 m de altura, o A6 está menor e mais esportivo em relação a versão atual.

A Audi propõe para o novo A6 motorizações mais potentes, eficientes e de grande regularidade de funcionamento. São dois motores a gasolina e três a diesel, todos com injeção direta e potência que varia entre 170 cv e 300 cv. A variante 3.0 TFSI é sobrealimentada por um compressor, enquanto os motores 2.0 TFSI e TDI são dotados de turbocompressores.

Entre os modelos a gasolina, o naturalmente aspirado 2.8 FSI tem potência de 204 cv e 28,5 kgfm de torque, enquanto o 3.0 TFSI V6 disponibiliza 300 cv e toque máximo de 44,9 kgfm. Já entre os motores a diesel, o bloco de 2.0 litros tem 177 cv e 38,8 kgfm, enquanto as motoreizações 3.0 normal e de alto desempenho oferecem 204 cv e 40,8 kgfm e 245 cv e 51 kgfm, respectivamente.

Todos as versões estão equipadas com um sistema de recuperação de energia por frenagem e sistema Stop & Start, independentemente do tipo de caixa de velocidades montada. A Audi fala em um consumo de combustível de 19%, apesar do acréscimo de potência. A versão equipada com o motor 2.0 TDI promete consumo na casa dos 20,4 km/l e emissões de CO2 em 129 g/km.

O excelente acabamento interno é a prova da precisão com que a Audi constrói seus carros. Além disso, o conforto fica por conta dos bancos, que são aquecidos e oferecem a função "massagem", além do ar-condicionado automático de alta eficiência. A boa iluminação acrescenta um toque de elegância ao cockpit.

Como opcional há um sistema de comando "touch MMI", que permite que o motorista gerencie várias funções do sistema de navegação. O carro se conecta por Bluetooth com aparelhos móveis, o que permite acessar a internet. As imagens são exibidas no monitor e o motorista pode traçar um itinerário de navegação.

Em termos de segurança, o novo sistema "Audi Pre Sense" identifica a presença de pedestres e para sozinho para evitar acidentes. Já o "Audi Active Lane Assist" alerta o motorista caso ele mude de faixa sem a intenção.










Audi lança quarta geração do A6

Sedã se inspira em A7 Sportback e A8 para se diferenciar no segmento

do Infomotori/Itália - exclusivo para MotorDream


Audi lança quarta geração do A6

O novo Audi A6 tem uma série de soluções inovadoras em todas as áreas técnicas: carroceria leve, suspensão esportiva e uma vasta gama de novos sistemas multimídia. Ampla também é a oferta de motores e transmissões. Disponível na Europa a partir de março de 2011, o novo A6 partirá de 45.250 euros – com o motor 2.8 FSI de 204 cv e tração dianteira.

A carroceria do novo Audi A6 é majoritariamente composta por alumínio e aço de alta tecnologia, tornando-o extremamente leve, rígido e seguro. O desenho do novo sedã da marca alemã é esportivo e elegante, mas sem muita originalidade. Com 4,92 metros de comprimento, 1,87 m de largura e apenas 1,46 m de altura, o A6 está menor e mais esportivo em relação a versão atual.

A Audi propõe para o novo A6 motorizações mais potentes, eficientes e de grande regularidade de funcionamento. São dois motores a gasolina e três a diesel, todos com injeção direta e potência que varia entre 170 cv e 300 cv. A variante 3.0 TFSI é sobrealimentada por um compressor, enquanto os motores 2.0 TFSI e TDI são dotados de turbocompressores.

Entre os modelos a gasolina, o naturalmente aspirado 2.8 FSI tem potência de 204 cv e 28,5 kgfm de torque, enquanto o 3.0 TFSI V6 disponibiliza 300 cv e toque máximo de 44,9 kgfm. Já entre os motores a diesel, o bloco de 2.0 litros tem 177 cv e 38,8 kgfm, enquanto as motoreizações 3.0 normal e de alto desempenho oferecem 204 cv e 40,8 kgfm e 245 cv e 51 kgfm, respectivamente.

Todos as versões estão equipadas com um sistema de recuperação de energia por frenagem e sistema Stop & Start, independentemente do tipo de caixa de velocidades montada. A Audi fala em um consumo de combustível de 19%, apesar do acréscimo de potência. A versão equipada com o motor 2.0 TDI promete consumo na casa dos 20,4 km/l e emissões de CO2 em 129 g/km.

O excelente acabamento interno é a prova da precisão com que a Audi constrói seus carros. Além disso, o conforto fica por conta dos bancos, que são aquecidos e oferecem a função "massagem", além do ar-condicionado automático de alta eficiência. A boa iluminação acrescenta um toque de elegância ao cockpit.

Como opcional há um sistema de comando "touch MMI", que permite que o motorista gerencie várias funções do sistema de navegação. O carro se conecta por Bluetooth com aparelhos móveis, o que permite acessar a internet. As imagens são exibidas no monitor e o motorista pode traçar um itinerário de navegação.

Em termos de segurança, o novo sistema "Audi Pre Sense" identifica a presença de pedestres e para sozinho para evitar acidentes. Já o "Audi Active Lane Assist" alerta o motorista caso ele mude de faixa sem a intenção.










Audi confirma produção do R8 e-tron

Superesportivo elétrico chega em 2012 com seu poderoso motor de 313 cv

MotorDream - fotos Autocosmos/Chile


Quando no final de 2009 o Audi R8 e-tron foi confirmado para entrar em produção, quase ninguém imagionaria que já em 2010 ele estaria circulando pelas ruas da Alemanha e participando de competições como as 24 Horas de Le Mans. Mas é verdade. O superesportivo totalmente elétrico que maravilhou o público em sua apresentação no Salão de Frankfurt de 2009 já está quase totalmente pronto e será lançado no mercado em 2012.

Alimentado por quatro motores elétricos (dois por eixo), o R8 e-tron atinge uma potência máxima de 313 cv e tem o incrível torque de 458,8 kgfm. Segundo a marca, o zero a 100 km/h é realizado em 4,8 segundos. Os motores são alimentados por uma bateria recarregável de íon de lítio, que é colocada na parte traseira do veículo, logo atrás dos passageiros. A Audi diz que, desta forma, se tem um centro de gravidade e distribuição de peso ideais. A distribuição da força é de 70% para o eixo traseiro e 30% para o dianteiro, sendo que o sistema é capaz de variar automaticamente a distribuição da força.

O R8 e-tron tem design muito semelhante ao modelo de que é derivado, tendo como diferencial apenas alguns elementos específicos de decoração. Como é o caso dos adesivos "e-tron" em amarelo fluorescente. Mesmo tom da faixa que envovle as rodas de 19 polegadas. Suas dimensões são de 4,43 m de comprimento, 1,90 m de largura e 1,25 m de altura. A distância entre eixos é 2,65 m e seu peso total é de 1.600 kg.









Audi confirma produção do R8 e-tron

Superesportivo elétrico chega em 2012 com seu poderoso motor de 313 cv

MotorDream - fotos Autocosmos/Chile


Quando no final de 2009 o Audi R8 e-tron foi confirmado para entrar em produção, quase ninguém imagionaria que já em 2010 ele estaria circulando pelas ruas da Alemanha e participando de competições como as 24 Horas de Le Mans. Mas é verdade. O superesportivo totalmente elétrico que maravilhou o público em sua apresentação no Salão de Frankfurt de 2009 já está quase totalmente pronto e será lançado no mercado em 2012.

Alimentado por quatro motores elétricos (dois por eixo), o R8 e-tron atinge uma potência máxima de 313 cv e tem o incrível torque de 458,8 kgfm. Segundo a marca, o zero a 100 km/h é realizado em 4,8 segundos. Os motores são alimentados por uma bateria recarregável de íon de lítio, que é colocada na parte traseira do veículo, logo atrás dos passageiros. A Audi diz que, desta forma, se tem um centro de gravidade e distribuição de peso ideais. A distribuição da força é de 70% para o eixo traseiro e 30% para o dianteiro, sendo que o sistema é capaz de variar automaticamente a distribuição da força.

O R8 e-tron tem design muito semelhante ao modelo de que é derivado, tendo como diferencial apenas alguns elementos específicos de decoração. Como é o caso dos adesivos "e-tron" em amarelo fluorescente. Mesmo tom da faixa que envovle as rodas de 19 polegadas. Suas dimensões são de 4,43 m de comprimento, 1,90 m de largura e 1,25 m de altura. A distância entre eixos é 2,65 m e seu peso total é de 1.600 kg.









Audi já faz planos para 2011

Marca vai investir bilhões em novos modelos e na contratação de funcionários

MotorDream


Audi já faz planos para 2011

Com o fim do ano cada vez mais próximo, a Audi celebra seu melhor desempenho em toda sua história e já planeja os próximos anos. A fabricante vai investir 11,6 bilhões de euros em ativos fixos até 2015, o que representa o maior programa de investimento na história da empresa.

Cerca de 80% do investimento, mais de 8,5 bilhões, será destinado para o desenvolvimento de novos produtos e tecnologias, entre elas o aperfeiçoamento de elétricos e híbridos da marca. Um exemplo é o Audi R8 e-tron, o primeiro carro elétrico esportivo da Audi, que a empresa quer começar a vender no fim de 2012. Os 20% restantes devem ser aplicados majoritariamente nas fábricas de Ingolstadt e Neckarsulm.

Em 2011, a montadora ainda vai contratar mais 1.200 funcionários. Como bem resumiu Sigi Thomas, Membro do Conselho de Recursos Humanos da Audi: "A inovação exige pessoas". Em relaçãoa aos novos modelos previstos para debutar em 2011, a Audi destaca o novo A6 - foto acima - e o Q5 Hybrid, o primeiro "full hybrid" da marca.

Audi já faz planos para 2011

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MotorDream


Audi já faz planos para 2011

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Cerca de 80% do investimento, mais de 8,5 bilhões, será destinado para o desenvolvimento de novos produtos e tecnologias, entre elas o aperfeiçoamento de elétricos e híbridos da marca. Um exemplo é o Audi R8 e-tron, o primeiro carro elétrico esportivo da Audi, que a empresa quer começar a vender no fim de 2012. Os 20% restantes devem ser aplicados majoritariamente nas fábricas de Ingolstadt e Neckarsulm.

Em 2011, a montadora ainda vai contratar mais 1.200 funcionários. Como bem resumiu Sigi Thomas, Membro do Conselho de Recursos Humanos da Audi: "A inovação exige pessoas". Em relaçãoa aos novos modelos previstos para debutar em 2011, a Audi destaca o novo A6 - foto acima - e o Q5 Hybrid, o primeiro "full hybrid" da marca.

Audi RS7 de 600 cv poderá ser lançado em 2011

Escrito por Fernando Garcia - Car Magazine Brasil




















Segundo rumores de uma publicação americana, a Audi estaria trabalhando eum uma versão esportiva em cima do modelo A7. O RS7 será equipado com motor V8 biturbo de 4,0 litros cuja potência chegaria até 600 cv.


Além disso, ele também contará com sistema all-wheel drive Quattro com um diferencial com sistema vetorização de torque (auxilia na desaceleração quando uma das rodas estiver sem atrito, evitando assim a derrapagem), e virá equipado com suspensão adaptável, entradas de ar maiores e novas opções de rodas de aro 19 e 20.


O Audi RS7 2012 tem estreia prevista para o próximo ano.

Audi RS7 de 600 cv poderá ser lançado em 2011

Escrito por Fernando Garcia - Car Magazine Brasil




















Segundo rumores de uma publicação americana, a Audi estaria trabalhando eum uma versão esportiva em cima do modelo A7. O RS7 será equipado com motor V8 biturbo de 4,0 litros cuja potência chegaria até 600 cv.


Além disso, ele também contará com sistema all-wheel drive Quattro com um diferencial com sistema vetorização de torque (auxilia na desaceleração quando uma das rodas estiver sem atrito, evitando assim a derrapagem), e virá equipado com suspensão adaptável, entradas de ar maiores e novas opções de rodas de aro 19 e 20.


O Audi RS7 2012 tem estreia prevista para o próximo ano.

Vídeo: R8 Spyder atinge 710 cv

Empresa americana especializada em tuning extraiu ainda mais potência do motor V10


Audi R8 envenenado fica ainda mais forte

Que tal adicionar 185 cv de potência a um Audi R8 Spyder V10 que já vem com 525 cv de fábrica? Foi o que fez a empresa americana especializada em tuning STaSIS Engineering. Os engenheiros da preparadora conseguiram deixar o motor 5.2 V10 do Audi R8 muito mais agressivo. Em vez dos 525 cv de potência que nascem com ele, o modelo recebeu ajustes para alcançar 710 cv.

Com essas mudanças o torque do R8 ganhou 19,4 kgfm, permitindo que o modelo alcance 100 km/h em menos de 3s7, número do modelo original. A empresa o batizou com o nome de Audi R8 Spyder Challenge Extreme Edition, ressaltando a esportividade do modelo. Confira o vídeo, em inglês, que mostra o R8 “mexido” acelerando com força máxima.