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Filme da Audi mistura imaginação, realidade e engenharia


Audi


A criação é assinada pela agencia BBH London e a trilha é “Draculo”, da dupla inglesa Basement Jaxx. Direção criativa: Nick Kidney e Kevin Stark.




Filme da Audi mistura imaginação, realidade e engenharia


Audi


A criação é assinada pela agencia BBH London e a trilha é “Draculo”, da dupla inglesa Basement Jaxx. Direção criativa: Nick Kidney e Kevin Stark.




Filme da Audi mistura imaginação, realidade e engenharia


Audi


A criação é assinada pela agencia BBH London e a trilha é “Draculo”, da dupla inglesa Basement Jaxx. Direção criativa: Nick Kidney e Kevin Stark.




Filme da Audi mistura imaginação, realidade e engenharia


Audi


A criação é assinada pela agencia BBH London e a trilha é “Draculo”, da dupla inglesa Basement Jaxx. Direção criativa: Nick Kidney e Kevin Stark.




Os 10 superesportivos de 2010

Confira os bólidos que foram os grandes destaques do ano

MotorDream
com Autocosmos/Chile


Este anos de 2010 foi desafiador para a indústria automotiva global. A recessão econômica em muitos países não impediu, no entanto, que os principais fabricantes mostrassem ao mundo alguns incríveis superesportivos.

Abaixo está uma lista de 10 supercarros que deslumbraram o público ao longo de 2010. Um tributo fiel à engenharia automotiva, a paixão de um homem em relação a velocidade e o culto à beleza.

1.- Bugatti 16/4 Veyron Super Sport




É a versão mais potente deste extraordinário super carro esportivo. Este modelo surpreendeu o mundo durante a última década e, como tal, apresenta qualidades únicas que o tornam o rei de todas as versões conhecidas até agora.

O Veyron 16.4 Super Sport vem com o mesmo motor W16 da versão "convencional", mas com melhorias que aumentam sua potência para incríveis 1.200 cv. O resultado é uma velocidade máxima de 431 km/h que o tornam o carro mais rápido do mundo.

2.-Ferrari 599 GTO



A Ferrari apresentou ao mundo no dia 08 de abril sua nova joia esportiva: O GTO 599. A empresa descreve como uma "berlinetta" V12 extrema, desenvolvida para um grupo de clientes apaixonado por velocidade. É por isso que este é o modelo mais rápido da marca.

Como seu nome sugere, a produção é limitada a apenas 599 unidades, cada uma com um preço próximo a US$ 450 mil. O motor é capaz de gerar 670 cv. O peso do veículo é de 1.495 kg. Isso representa uma relação peso / potência de apenas 2,23 kg / cv, e garante um zero a 100 km/h em apenas 3,35 segundo, além de uma velocidade máxima de 335 km / h.

3.- Porsche 918 Spyder



É equipado com um mega motor V8 de 3.4 litros, o mesmo que o Porsche RS Spyder, mas melhorado e reforçado até a última gota. Então, ao invés de gerar 400 cv de potência, que já é potência de sobra, o 918 é capaz de produzir nada menos que 500 cv de potência inimaginável. Este carro acelera de zero a 100 km / h em 3,2 segundos e atinge uma máxima de cerca de 320 km / h, um número que o torna mais rápido que a maioria.


4.- Hennessey Venom GT




Esta é o primeiro modelo de produção Hennessey Venom GT, um supercarro produzido pela Hennessey Performance Engineering promete quebrar todos os registros de velocidade para um veículo de produção. O modelo é fabricado em Silverstone (Inglaterra).

Desenhado nos Estados Unidos, este modelo tem do continente americano apenas o motor 6.2 litros V8 LS9 da General Motors. A plataforma de partida é o pequeno Lotus Elise, com um chassi estendido e estrutura em alumínio e fibra de carbono para o garantir o menor peso possível. O corpo foi alargado e a aerodinâmica estudada cuidadosamente para que o veículo fique "grudado ao chão" mesmo quando atingir os 418 km / h.


5.- Koenigsegg Agera




Este novo modelo, uma espécie de F1 de rua, foi lançado durante o último Salão Internacional do Automóvel em Genebra e reflete a filosofia da marca com um esportivo de alto rendimento.

Seu nome vem da palavra sueca que significa "ação ", o que diz muito, já que este bólido é equipado com um motor V8 de 4.7 litros com turbo duplo que fornece 910 cv de potência administrado por um câmbio sequencial automático. O resultado é uma velocidade máxima de 390 km/h e um zero a 100 km/h em apenas 3,1 segundos.


6.- Lamborghini Sesto Elemento




A Lamborghini apresentou em setembro no Salão de Paris o Sesto Elemento, um carro-conceito de apenas 999 quilos. E olha que esse peso inclui o poderoso motor V10 de 570 cv. Este bloco empurra o superesportivo italiano de zero a 100 km / h em apenas 2,5 segundos e o leva a uma máxima de até 300 km / h.


7.- Pagani Zonda Tricolore




A marca ítalo-argentina Pagani apresentou em outubro uma edição especial do seu modelo exclusivo chamado Zonda Tricolore. É uma homenagem ao Frecce Tricolori, a equipe de acrobacias aéreas do Exército italiano, que completa 50 anos de idade.

Sua caixa de câmbio é sequencial de seis velocidades robotizada pela Automac Engenharia. O modelo pode acelerar de zero a 100 km / h em apenas 3,4 segundos. Estima-se velocidade máxima de 350 km / h. Apenas uma má notícia. Existirá apenas uma unidade deste belo modelo, que vai ter o preço "salgado" de 1,3 milhões de euros.


8.- Jaguar C-X75



A Jaguar comemorou seus 75 anos com uma versão exclusiva do C-X75 Concept, um protótipo de dois lugares 100% elétrico. Seus números são impressionantes, como o motor tem uma potência de 780 cv. Cada roda possui um motor elétrico de 195 hp elétricos, com peso individual de apenas 50 kg.

Encontramos um veículo que é capaz de acelerar de zero a 100 km / h em 3,4 segundo atingindo uma velocidade máxima de 330 km / h. Os painéis e estrutura externa que cobrem o corpo são feitos de alumínio.


9.- Alfa Romeo Pandion



Após dois anos sem estar presente em Genebra, a Bertone regressou ao motorshow com o Alfa Romeo Pandion Concept, um outro conceito em linha futurista, um presente amável comemorando o centenário da Alfa Romeo.

O Pandion tem estilo cupê com um conceito muito particular de portas em "asa de gaivota" invertidas e funcionais. O motor é herdado do Maserati Gran Turismo, um V8 de 440 cv e 4.7 litros.


10.- Porsche 911 GT2 RS




O GT representa o ponto máximo da gama 911. É o esportivo mais poderoso e mais rápido de rua já construído na história da montadora alemã. Com produção limitada a 500 unidades, o 911 GT2 RS está disponível na Europa desde setembro de 2010.

Com uma potência incrementada de 90 cv e 70 quilos a menos em comparação com o 911 GT2, o novo 911 GT2 RS atinge monstruosos 620 cv e tem uma relação peso / potência de apenas 2,21 kg por cv, que o coloca como o melhor em sua classe. Vai de zero a 100 kmh em 3,5 segundos, de zero a 200 km / h em 9,8 segundo e de zero a 300 kmh em 28,9 segundos. Sua velocidade máxima de 330 km / h.

Os 10 superesportivos de 2010

Confira os bólidos que foram os grandes destaques do ano

MotorDream
com Autocosmos/Chile


Este anos de 2010 foi desafiador para a indústria automotiva global. A recessão econômica em muitos países não impediu, no entanto, que os principais fabricantes mostrassem ao mundo alguns incríveis superesportivos.

Abaixo está uma lista de 10 supercarros que deslumbraram o público ao longo de 2010. Um tributo fiel à engenharia automotiva, a paixão de um homem em relação a velocidade e o culto à beleza.

1.- Bugatti 16/4 Veyron Super Sport




É a versão mais potente deste extraordinário super carro esportivo. Este modelo surpreendeu o mundo durante a última década e, como tal, apresenta qualidades únicas que o tornam o rei de todas as versões conhecidas até agora.

O Veyron 16.4 Super Sport vem com o mesmo motor W16 da versão "convencional", mas com melhorias que aumentam sua potência para incríveis 1.200 cv. O resultado é uma velocidade máxima de 431 km/h que o tornam o carro mais rápido do mundo.

2.-Ferrari 599 GTO



A Ferrari apresentou ao mundo no dia 08 de abril sua nova joia esportiva: O GTO 599. A empresa descreve como uma "berlinetta" V12 extrema, desenvolvida para um grupo de clientes apaixonado por velocidade. É por isso que este é o modelo mais rápido da marca.

Como seu nome sugere, a produção é limitada a apenas 599 unidades, cada uma com um preço próximo a US$ 450 mil. O motor é capaz de gerar 670 cv. O peso do veículo é de 1.495 kg. Isso representa uma relação peso / potência de apenas 2,23 kg / cv, e garante um zero a 100 km/h em apenas 3,35 segundo, além de uma velocidade máxima de 335 km / h.

3.- Porsche 918 Spyder



É equipado com um mega motor V8 de 3.4 litros, o mesmo que o Porsche RS Spyder, mas melhorado e reforçado até a última gota. Então, ao invés de gerar 400 cv de potência, que já é potência de sobra, o 918 é capaz de produzir nada menos que 500 cv de potência inimaginável. Este carro acelera de zero a 100 km / h em 3,2 segundos e atinge uma máxima de cerca de 320 km / h, um número que o torna mais rápido que a maioria.


4.- Hennessey Venom GT




Esta é o primeiro modelo de produção Hennessey Venom GT, um supercarro produzido pela Hennessey Performance Engineering promete quebrar todos os registros de velocidade para um veículo de produção. O modelo é fabricado em Silverstone (Inglaterra).

Desenhado nos Estados Unidos, este modelo tem do continente americano apenas o motor 6.2 litros V8 LS9 da General Motors. A plataforma de partida é o pequeno Lotus Elise, com um chassi estendido e estrutura em alumínio e fibra de carbono para o garantir o menor peso possível. O corpo foi alargado e a aerodinâmica estudada cuidadosamente para que o veículo fique "grudado ao chão" mesmo quando atingir os 418 km / h.


5.- Koenigsegg Agera




Este novo modelo, uma espécie de F1 de rua, foi lançado durante o último Salão Internacional do Automóvel em Genebra e reflete a filosofia da marca com um esportivo de alto rendimento.

Seu nome vem da palavra sueca que significa "ação ", o que diz muito, já que este bólido é equipado com um motor V8 de 4.7 litros com turbo duplo que fornece 910 cv de potência administrado por um câmbio sequencial automático. O resultado é uma velocidade máxima de 390 km/h e um zero a 100 km/h em apenas 3,1 segundos.


6.- Lamborghini Sesto Elemento




A Lamborghini apresentou em setembro no Salão de Paris o Sesto Elemento, um carro-conceito de apenas 999 quilos. E olha que esse peso inclui o poderoso motor V10 de 570 cv. Este bloco empurra o superesportivo italiano de zero a 100 km / h em apenas 2,5 segundos e o leva a uma máxima de até 300 km / h.


7.- Pagani Zonda Tricolore




A marca ítalo-argentina Pagani apresentou em outubro uma edição especial do seu modelo exclusivo chamado Zonda Tricolore. É uma homenagem ao Frecce Tricolori, a equipe de acrobacias aéreas do Exército italiano, que completa 50 anos de idade.

Sua caixa de câmbio é sequencial de seis velocidades robotizada pela Automac Engenharia. O modelo pode acelerar de zero a 100 km / h em apenas 3,4 segundos. Estima-se velocidade máxima de 350 km / h. Apenas uma má notícia. Existirá apenas uma unidade deste belo modelo, que vai ter o preço "salgado" de 1,3 milhões de euros.


8.- Jaguar C-X75



A Jaguar comemorou seus 75 anos com uma versão exclusiva do C-X75 Concept, um protótipo de dois lugares 100% elétrico. Seus números são impressionantes, como o motor tem uma potência de 780 cv. Cada roda possui um motor elétrico de 195 hp elétricos, com peso individual de apenas 50 kg.

Encontramos um veículo que é capaz de acelerar de zero a 100 km / h em 3,4 segundo atingindo uma velocidade máxima de 330 km / h. Os painéis e estrutura externa que cobrem o corpo são feitos de alumínio.


9.- Alfa Romeo Pandion



Após dois anos sem estar presente em Genebra, a Bertone regressou ao motorshow com o Alfa Romeo Pandion Concept, um outro conceito em linha futurista, um presente amável comemorando o centenário da Alfa Romeo.

O Pandion tem estilo cupê com um conceito muito particular de portas em "asa de gaivota" invertidas e funcionais. O motor é herdado do Maserati Gran Turismo, um V8 de 440 cv e 4.7 litros.


10.- Porsche 911 GT2 RS




O GT representa o ponto máximo da gama 911. É o esportivo mais poderoso e mais rápido de rua já construído na história da montadora alemã. Com produção limitada a 500 unidades, o 911 GT2 RS está disponível na Europa desde setembro de 2010.

Com uma potência incrementada de 90 cv e 70 quilos a menos em comparação com o 911 GT2, o novo 911 GT2 RS atinge monstruosos 620 cv e tem uma relação peso / potência de apenas 2,21 kg por cv, que o coloca como o melhor em sua classe. Vai de zero a 100 kmh em 3,5 segundos, de zero a 200 km / h em 9,8 segundo e de zero a 300 kmh em 28,9 segundos. Sua velocidade máxima de 330 km / h.

Pesquisa revela que britânicos de meia-idade gostam de fazer sexo no carro

Carsale


Uma recente pesquisa realizada pelo Autoquake.com, um website britânico especializado em comércio de veículos pela internet, revelou que 54% das pessoas entrevistadas admitiram que já fizeram sexo dentro de um carro. A empresa, no entanto, não revela quantas pessoas participaram do estudo, mas afirma que, apesar do risco de serem flagradas na intimidade, quatro entre 10 pessoas garantiram que a experiência foi fantástica, mesma opinião de 39% dos participantes com idades acima de 55 anos.

E dos 46% restantes que declararam nunca terem praticado sexo em um automóvel, 23% revelaram que a idéia já passou pela cabeça deles e os outros 23% condenam esse tipo de atitude. Ainda segundo a pesquisa, a opinião entre homens e mulheres é bem distinta. Um em cada três homens diz que o sexo sobre quatro rodas é algo maravilhoso, mas apenas 18% das mulheres concordam com esse ponto de vista. Já 31% das entrevistadas acredita que ter relações sexuais dentro de um carro é errado, sentimento esse compartilhado por 11% dos homens.

O estudo também apontou que apenas 13% dos jovens entre 18 e 24 anos que chegaram a transar dentro de um carro, gostaram de fato da experiência. E de todas as faixas etárias pesquisadas, as que correspondem a pessoas de meia-idade foram as mais receptivas ao tema. Apenas 11% dos maiores de 55 anos foram contra o sexo no carro. O Autoquake.com também divulgou uma lista com os 10 melhores carros para a prática de sexo. Os critérios de escolha levaram em conta, na maioria dos casos, o espaço e o conforto interno, e a luxuosidade. No caso do Fusca, o site fez a seguinte observação: "Quanto maior a dificuldade, mais gratificante será".


1º - Mercedes-Benz E-Class Estate

2º - Volkswagen Fusca

3º - Ferrari 458 Italia

4º - MINI Cooper

5º - Volvo V70

6º - Volkswagen Golf GTI

7º - Alfa Romeo Spider

8º - Rolls-Royce Ghost

9º - Aston Martin Vanquish

10º - Land Rover Discovery

Pesquisa revela que britânicos de meia-idade gostam de fazer sexo no carro

Carsale


Uma recente pesquisa realizada pelo Autoquake.com, um website britânico especializado em comércio de veículos pela internet, revelou que 54% das pessoas entrevistadas admitiram que já fizeram sexo dentro de um carro. A empresa, no entanto, não revela quantas pessoas participaram do estudo, mas afirma que, apesar do risco de serem flagradas na intimidade, quatro entre 10 pessoas garantiram que a experiência foi fantástica, mesma opinião de 39% dos participantes com idades acima de 55 anos.

E dos 46% restantes que declararam nunca terem praticado sexo em um automóvel, 23% revelaram que a idéia já passou pela cabeça deles e os outros 23% condenam esse tipo de atitude. Ainda segundo a pesquisa, a opinião entre homens e mulheres é bem distinta. Um em cada três homens diz que o sexo sobre quatro rodas é algo maravilhoso, mas apenas 18% das mulheres concordam com esse ponto de vista. Já 31% das entrevistadas acredita que ter relações sexuais dentro de um carro é errado, sentimento esse compartilhado por 11% dos homens.

O estudo também apontou que apenas 13% dos jovens entre 18 e 24 anos que chegaram a transar dentro de um carro, gostaram de fato da experiência. E de todas as faixas etárias pesquisadas, as que correspondem a pessoas de meia-idade foram as mais receptivas ao tema. Apenas 11% dos maiores de 55 anos foram contra o sexo no carro. O Autoquake.com também divulgou uma lista com os 10 melhores carros para a prática de sexo. Os critérios de escolha levaram em conta, na maioria dos casos, o espaço e o conforto interno, e a luxuosidade. No caso do Fusca, o site fez a seguinte observação: "Quanto maior a dificuldade, mais gratificante será".


1º - Mercedes-Benz E-Class Estate

2º - Volkswagen Fusca

3º - Ferrari 458 Italia

4º - MINI Cooper

5º - Volvo V70

6º - Volkswagen Golf GTI

7º - Alfa Romeo Spider

8º - Rolls-Royce Ghost

9º - Aston Martin Vanquish

10º - Land Rover Discovery

A maldição do Titanic: bactéria desconhecida acelera corrosão

Inovação Tecnológica

A maldição do Titanic: bactéria desconhecida acelera corrosão
A imagem mostra os rustículos, saliências ferruginosas sobre o casco do navio Titanic, que está a 3.800 metros de profundidade. [Imagem: RMS Titanic Inc.]

Cientistas identificaram uma espécie até agora desconhecida de bactéria ajudando a enferrujar cada vez mais o que sobrou do navio Titanic.

Segundo os pesquisadores, a bactéria está contribuindo para a rápida deterioração dos destroços do navio.

A descoberta revela uma potencial nova ameaça microbiana para o casco dos navios e das estruturas metálicas submarinas, como plataformas de petróleo.

Bactéria da ferrugem

Os pesquisadores isolaram o novo microrganismo de um "rustículo" - um aglomerado de ferrugem - retirado do Titanic, que está 3,8 km abaixo da superfície do oceano.

A nova bactéria foi batizada de Halomonas titanicae.

A avaliar a capacidade do microrganismo causar corrosão em metais, os cientistas das universidades de Halifax, no Canadá, e Sevilha, na Espanha, descobriram que ele é capaz de aderir a superfícies de aço, criando saliências de ferrugem.

Eles acreditam que os rustículos, saliências de ferrugem que lembram as estalactites das cavernas, encontradas ao redor de todo o casco do Titanic, sejam formados por um processo bacteriano similar.

Embora os rustículos pareçam ser estruturas sólidas, eles são altamente porosos e contêm uma complexa variedade de bactérias, sugerindo que a H. titanicae pode trabalhar em conjunto com outros organismos para acelerar a corrosão do metal.

Biodegradação de metais

Mas os cientistas veem um lado positivo na ação da bactéria, que pode ajudar na biodegradação de materiais que afundam no oceano.

"Nós acreditamos que a H. titanicae desempenha um papel na reciclagem de estruturas de ferro em determinadas profundidades. Isto pode ser útil no descarte de navios antigos e plataformas petrolíferas que tenham sido limpos de toxinas e produtos à base de óleo e, em seguida, enviados para o fundo do oceano," afirmaram eles.

Contudo, eles alertam que não é possível determinar se a bactéria chegou ao Titanic antes ou depois dele afundar. E, como não era conhecida, ninguém sabe ao certo a ação da bactéria sobre outras estruturas metálicas.

"Encontrar respostas para essas perguntas não apenas nos dará uma melhor compreensão dos nossos oceanos, mas também pode nos ajudar a projetar revestimentos que possam evitar deterioração semelhante em outras estruturas metálicas," concluem eles em seu artigo.

Bibliografia:

Halomonas titanicae sp. nov., a halophilic bacterium isolated from the RMS Titanic
Cristina Sánchez-Porro, Bhavleen Kaur, Henrietta Mann, Antonio Ventosa
International Journal of Systematic and Evolutionary Microbiology
Vol.: Early View
DOI: 10.1099/ijs.0.020628-0

A maldição do Titanic: bactéria desconhecida acelera corrosão

Inovação Tecnológica

A maldição do Titanic: bactéria desconhecida acelera corrosão
A imagem mostra os rustículos, saliências ferruginosas sobre o casco do navio Titanic, que está a 3.800 metros de profundidade. [Imagem: RMS Titanic Inc.]

Cientistas identificaram uma espécie até agora desconhecida de bactéria ajudando a enferrujar cada vez mais o que sobrou do navio Titanic.

Segundo os pesquisadores, a bactéria está contribuindo para a rápida deterioração dos destroços do navio.

A descoberta revela uma potencial nova ameaça microbiana para o casco dos navios e das estruturas metálicas submarinas, como plataformas de petróleo.

Bactéria da ferrugem

Os pesquisadores isolaram o novo microrganismo de um "rustículo" - um aglomerado de ferrugem - retirado do Titanic, que está 3,8 km abaixo da superfície do oceano.

A nova bactéria foi batizada de Halomonas titanicae.

A avaliar a capacidade do microrganismo causar corrosão em metais, os cientistas das universidades de Halifax, no Canadá, e Sevilha, na Espanha, descobriram que ele é capaz de aderir a superfícies de aço, criando saliências de ferrugem.

Eles acreditam que os rustículos, saliências de ferrugem que lembram as estalactites das cavernas, encontradas ao redor de todo o casco do Titanic, sejam formados por um processo bacteriano similar.

Embora os rustículos pareçam ser estruturas sólidas, eles são altamente porosos e contêm uma complexa variedade de bactérias, sugerindo que a H. titanicae pode trabalhar em conjunto com outros organismos para acelerar a corrosão do metal.

Biodegradação de metais

Mas os cientistas veem um lado positivo na ação da bactéria, que pode ajudar na biodegradação de materiais que afundam no oceano.

"Nós acreditamos que a H. titanicae desempenha um papel na reciclagem de estruturas de ferro em determinadas profundidades. Isto pode ser útil no descarte de navios antigos e plataformas petrolíferas que tenham sido limpos de toxinas e produtos à base de óleo e, em seguida, enviados para o fundo do oceano," afirmaram eles.

Contudo, eles alertam que não é possível determinar se a bactéria chegou ao Titanic antes ou depois dele afundar. E, como não era conhecida, ninguém sabe ao certo a ação da bactéria sobre outras estruturas metálicas.

"Encontrar respostas para essas perguntas não apenas nos dará uma melhor compreensão dos nossos oceanos, mas também pode nos ajudar a projetar revestimentos que possam evitar deterioração semelhante em outras estruturas metálicas," concluem eles em seu artigo.

Bibliografia:

Halomonas titanicae sp. nov., a halophilic bacterium isolated from the RMS Titanic
Cristina Sánchez-Porro, Bhavleen Kaur, Henrietta Mann, Antonio Ventosa
International Journal of Systematic and Evolutionary Microbiology
Vol.: Early View
DOI: 10.1099/ijs.0.020628-0

A maldição do Titanic: bactéria desconhecida acelera corrosão

Inovação Tecnológica

A maldição do Titanic: bactéria desconhecida acelera corrosão
A imagem mostra os rustículos, saliências ferruginosas sobre o casco do navio Titanic, que está a 3.800 metros de profundidade. [Imagem: RMS Titanic Inc.]

Cientistas identificaram uma espécie até agora desconhecida de bactéria ajudando a enferrujar cada vez mais o que sobrou do navio Titanic.

Segundo os pesquisadores, a bactéria está contribuindo para a rápida deterioração dos destroços do navio.

A descoberta revela uma potencial nova ameaça microbiana para o casco dos navios e das estruturas metálicas submarinas, como plataformas de petróleo.

Bactéria da ferrugem

Os pesquisadores isolaram o novo microrganismo de um "rustículo" - um aglomerado de ferrugem - retirado do Titanic, que está 3,8 km abaixo da superfície do oceano.

A nova bactéria foi batizada de Halomonas titanicae.

A avaliar a capacidade do microrganismo causar corrosão em metais, os cientistas das universidades de Halifax, no Canadá, e Sevilha, na Espanha, descobriram que ele é capaz de aderir a superfícies de aço, criando saliências de ferrugem.

Eles acreditam que os rustículos, saliências de ferrugem que lembram as estalactites das cavernas, encontradas ao redor de todo o casco do Titanic, sejam formados por um processo bacteriano similar.

Embora os rustículos pareçam ser estruturas sólidas, eles são altamente porosos e contêm uma complexa variedade de bactérias, sugerindo que a H. titanicae pode trabalhar em conjunto com outros organismos para acelerar a corrosão do metal.

Biodegradação de metais

Mas os cientistas veem um lado positivo na ação da bactéria, que pode ajudar na biodegradação de materiais que afundam no oceano.

"Nós acreditamos que a H. titanicae desempenha um papel na reciclagem de estruturas de ferro em determinadas profundidades. Isto pode ser útil no descarte de navios antigos e plataformas petrolíferas que tenham sido limpos de toxinas e produtos à base de óleo e, em seguida, enviados para o fundo do oceano," afirmaram eles.

Contudo, eles alertam que não é possível determinar se a bactéria chegou ao Titanic antes ou depois dele afundar. E, como não era conhecida, ninguém sabe ao certo a ação da bactéria sobre outras estruturas metálicas.

"Encontrar respostas para essas perguntas não apenas nos dará uma melhor compreensão dos nossos oceanos, mas também pode nos ajudar a projetar revestimentos que possam evitar deterioração semelhante em outras estruturas metálicas," concluem eles em seu artigo.

Bibliografia:

Halomonas titanicae sp. nov., a halophilic bacterium isolated from the RMS Titanic
Cristina Sánchez-Porro, Bhavleen Kaur, Henrietta Mann, Antonio Ventosa
International Journal of Systematic and Evolutionary Microbiology
Vol.: Early View
DOI: 10.1099/ijs.0.020628-0

A maldição do Titanic: bactéria desconhecida acelera corrosão

Inovação Tecnológica

A maldição do Titanic: bactéria desconhecida acelera corrosão
A imagem mostra os rustículos, saliências ferruginosas sobre o casco do navio Titanic, que está a 3.800 metros de profundidade. [Imagem: RMS Titanic Inc.]

Cientistas identificaram uma espécie até agora desconhecida de bactéria ajudando a enferrujar cada vez mais o que sobrou do navio Titanic.

Segundo os pesquisadores, a bactéria está contribuindo para a rápida deterioração dos destroços do navio.

A descoberta revela uma potencial nova ameaça microbiana para o casco dos navios e das estruturas metálicas submarinas, como plataformas de petróleo.

Bactéria da ferrugem

Os pesquisadores isolaram o novo microrganismo de um "rustículo" - um aglomerado de ferrugem - retirado do Titanic, que está 3,8 km abaixo da superfície do oceano.

A nova bactéria foi batizada de Halomonas titanicae.

A avaliar a capacidade do microrganismo causar corrosão em metais, os cientistas das universidades de Halifax, no Canadá, e Sevilha, na Espanha, descobriram que ele é capaz de aderir a superfícies de aço, criando saliências de ferrugem.

Eles acreditam que os rustículos, saliências de ferrugem que lembram as estalactites das cavernas, encontradas ao redor de todo o casco do Titanic, sejam formados por um processo bacteriano similar.

Embora os rustículos pareçam ser estruturas sólidas, eles são altamente porosos e contêm uma complexa variedade de bactérias, sugerindo que a H. titanicae pode trabalhar em conjunto com outros organismos para acelerar a corrosão do metal.

Biodegradação de metais

Mas os cientistas veem um lado positivo na ação da bactéria, que pode ajudar na biodegradação de materiais que afundam no oceano.

"Nós acreditamos que a H. titanicae desempenha um papel na reciclagem de estruturas de ferro em determinadas profundidades. Isto pode ser útil no descarte de navios antigos e plataformas petrolíferas que tenham sido limpos de toxinas e produtos à base de óleo e, em seguida, enviados para o fundo do oceano," afirmaram eles.

Contudo, eles alertam que não é possível determinar se a bactéria chegou ao Titanic antes ou depois dele afundar. E, como não era conhecida, ninguém sabe ao certo a ação da bactéria sobre outras estruturas metálicas.

"Encontrar respostas para essas perguntas não apenas nos dará uma melhor compreensão dos nossos oceanos, mas também pode nos ajudar a projetar revestimentos que possam evitar deterioração semelhante em outras estruturas metálicas," concluem eles em seu artigo.

Bibliografia:

Halomonas titanicae sp. nov., a halophilic bacterium isolated from the RMS Titanic
Cristina Sánchez-Porro, Bhavleen Kaur, Henrietta Mann, Antonio Ventosa
International Journal of Systematic and Evolutionary Microbiology
Vol.: Early View
DOI: 10.1099/ijs.0.020628-0

Anúncio da BMW imprime a marca na retina das pessoas

Gizmodo


Como uma pessoa consegue se lembrar de comerciais? A BMW pode ter a resposta. A montadora alemã projetou para a platéia de um cinema uma luz fortíssima através de sua logo recortada. Quando disseram para o pessoal abrir os olhos, eles ainda viam as 3 letras: BMW.

Este vídeo explica que o efeito na retina é o mesmo do verificado em alguém que olhou por muito tempo para o sol. Quando fecha-se os olhos disso, você ainda vê um grande ponto (ou fica cego). A BMW usou este efeito para seu benefício em uma projeção de filme, fazendo um flash rápido de sua logo. Quando a platéia foi instruída a fechar os olhos a mágica aconteceu.

Isso é publicidade criativa (e eles dizem que não machuca) e o grupo focal pareceram bem impressionados com o efeito. E casou bem com o comercial inteiro. Você pode ver aqui como funciona, mas o efeito não rola assistindo o vídeo no Youtube. [Wired]

Anúncio da BMW imprime a marca na retina das pessoas

Gizmodo


Como uma pessoa consegue se lembrar de comerciais? A BMW pode ter a resposta. A montadora alemã projetou para a platéia de um cinema uma luz fortíssima através de sua logo recortada. Quando disseram para o pessoal abrir os olhos, eles ainda viam as 3 letras: BMW.

Este vídeo explica que o efeito na retina é o mesmo do verificado em alguém que olhou por muito tempo para o sol. Quando fecha-se os olhos disso, você ainda vê um grande ponto (ou fica cego). A BMW usou este efeito para seu benefício em uma projeção de filme, fazendo um flash rápido de sua logo. Quando a platéia foi instruída a fechar os olhos a mágica aconteceu.

Isso é publicidade criativa (e eles dizem que não machuca) e o grupo focal pareceram bem impressionados com o efeito. E casou bem com o comercial inteiro. Você pode ver aqui como funciona, mas o efeito não rola assistindo o vídeo no Youtube. [Wired]

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Gizmodo


Como uma pessoa consegue se lembrar de comerciais? A BMW pode ter a resposta. A montadora alemã projetou para a platéia de um cinema uma luz fortíssima através de sua logo recortada. Quando disseram para o pessoal abrir os olhos, eles ainda viam as 3 letras: BMW.

Este vídeo explica que o efeito na retina é o mesmo do verificado em alguém que olhou por muito tempo para o sol. Quando fecha-se os olhos disso, você ainda vê um grande ponto (ou fica cego). A BMW usou este efeito para seu benefício em uma projeção de filme, fazendo um flash rápido de sua logo. Quando a platéia foi instruída a fechar os olhos a mágica aconteceu.

Isso é publicidade criativa (e eles dizem que não machuca) e o grupo focal pareceram bem impressionados com o efeito. E casou bem com o comercial inteiro. Você pode ver aqui como funciona, mas o efeito não rola assistindo o vídeo no Youtube. [Wired]

Anúncio da BMW imprime a marca na retina das pessoas

Gizmodo


Como uma pessoa consegue se lembrar de comerciais? A BMW pode ter a resposta. A montadora alemã projetou para a platéia de um cinema uma luz fortíssima através de sua logo recortada. Quando disseram para o pessoal abrir os olhos, eles ainda viam as 3 letras: BMW.

Este vídeo explica que o efeito na retina é o mesmo do verificado em alguém que olhou por muito tempo para o sol. Quando fecha-se os olhos disso, você ainda vê um grande ponto (ou fica cego). A BMW usou este efeito para seu benefício em uma projeção de filme, fazendo um flash rápido de sua logo. Quando a platéia foi instruída a fechar os olhos a mágica aconteceu.

Isso é publicidade criativa (e eles dizem que não machuca) e o grupo focal pareceram bem impressionados com o efeito. E casou bem com o comercial inteiro. Você pode ver aqui como funciona, mas o efeito não rola assistindo o vídeo no Youtube. [Wired]

Dá para sobreviver a um salto do topo de um prédio?

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Crianças, se eu vir vocês fazendo qualquer coisa parecida com isso, em qualquer momento das vidas de vocês, vocês vão ficar de castigo por dois meses. Sem Wii e sem internet. DE CASTIGO.

Queria saber qual desses gênios teve a ideia maluca. “Te dou 10 Rublos se você pular do topo daquele prédio naquele monte de neve”. Na verdade, isso parece tão maluco que eu me pergunto se é real. À primeira vista, parece mesmo real. No entanto, eu posso fazer uma análise simples de vídeo para verificar (usando, claro, a melhor ferramenta gratuita de análise de vídeo: Tracker Video).

Boa, cinegrafista amador russo. Você tentou fazer o vídeo ser difícil de analisar, e eu saúdo seus esforços. A câmera se move bastante. No entanto, eu sou um mestre do Tracker Video. Tenho aqui um gráfico do movimento vertical do primeiro cara que pulou. A unidade de distância é de 1 andar do prédio.


Será real? Bem, isso parece mesmo ter uma aceleração constante de −4,86 andares/s2. Se eu supor que este evento aconteceu no planeta Terra, com uma aceleração em queda livre de −9,8m/s2, posso determinar a altura de um andar.

Hmmmmm… Dois metros. Meio incomum. Ok, vamos tentar outro pulo e ver se consigo uma aceleração similar.

Para este pulo, identifiquei uma aceleração de cerca de −3,58 andar/s2. Isso colocaria a altura de um andar em 2,7 metros. Isso parece mais provável. Nos EUA, um andar de um prédio comercial pode chegar a cerca de 3 metros. No entanto, vamos fazer o terceiro pulo para confirmar. Este último resulta em um 2,1 metros para a altura do andar. Ok, seguindo em frente. O vídeo está com má qualidade, e a câmera realmente se move bastante. Mas a aceleração está constante, então acho que tudo bem. Vamos considerar uma média meio aleatória e determinar que a altura de um andar é 2,5 metros – um pouco baixo, mas vamos lá. Isso significa que a altura do prédio é cerca de 13 metros.

Próxima pergunta: dá pra fazer isso? É claro que dá. Lembram do Professor Splash? Ele saltou de uma altura de 10 metros para uma piscina de água com apenas 30cm de profundidade. É possível. Não vou entrar em detalhes, mas eu tenho uma página com uma calculadora de perigo de saltos. Aqui eu mostro como determinar a aceleração durante a “aterrissagem”.

A aceleração é a chave para evitar ferimentos. Segundo os teste de tolerância à força-g da NASA, uma pessoa parada pode aguentar cerca de 18g’s (170 m/s2) por períodos muito curtos. Então, qual será a aceleração a qual esses russos malucos estavam submetidos? Se o prédio tinha 13 metros de altura, e a neve tinha cerca de 1,5 metro de profundidade, a aceleração seria de apenas 7,6 g’s. Claramente “sobrevivível”.

Mas o lance do castigo está de pé, crianças. NÃO FAÇAM ISSO

Dá para sobreviver a um salto do topo de um prédio?

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Crianças, se eu vir vocês fazendo qualquer coisa parecida com isso, em qualquer momento das vidas de vocês, vocês vão ficar de castigo por dois meses. Sem Wii e sem internet. DE CASTIGO.

Queria saber qual desses gênios teve a ideia maluca. “Te dou 10 Rublos se você pular do topo daquele prédio naquele monte de neve”. Na verdade, isso parece tão maluco que eu me pergunto se é real. À primeira vista, parece mesmo real. No entanto, eu posso fazer uma análise simples de vídeo para verificar (usando, claro, a melhor ferramenta gratuita de análise de vídeo: Tracker Video).

Boa, cinegrafista amador russo. Você tentou fazer o vídeo ser difícil de analisar, e eu saúdo seus esforços. A câmera se move bastante. No entanto, eu sou um mestre do Tracker Video. Tenho aqui um gráfico do movimento vertical do primeiro cara que pulou. A unidade de distância é de 1 andar do prédio.


Será real? Bem, isso parece mesmo ter uma aceleração constante de −4,86 andares/s2. Se eu supor que este evento aconteceu no planeta Terra, com uma aceleração em queda livre de −9,8m/s2, posso determinar a altura de um andar.

Hmmmmm… Dois metros. Meio incomum. Ok, vamos tentar outro pulo e ver se consigo uma aceleração similar.

Para este pulo, identifiquei uma aceleração de cerca de −3,58 andar/s2. Isso colocaria a altura de um andar em 2,7 metros. Isso parece mais provável. Nos EUA, um andar de um prédio comercial pode chegar a cerca de 3 metros. No entanto, vamos fazer o terceiro pulo para confirmar. Este último resulta em um 2,1 metros para a altura do andar. Ok, seguindo em frente. O vídeo está com má qualidade, e a câmera realmente se move bastante. Mas a aceleração está constante, então acho que tudo bem. Vamos considerar uma média meio aleatória e determinar que a altura de um andar é 2,5 metros – um pouco baixo, mas vamos lá. Isso significa que a altura do prédio é cerca de 13 metros.

Próxima pergunta: dá pra fazer isso? É claro que dá. Lembram do Professor Splash? Ele saltou de uma altura de 10 metros para uma piscina de água com apenas 30cm de profundidade. É possível. Não vou entrar em detalhes, mas eu tenho uma página com uma calculadora de perigo de saltos. Aqui eu mostro como determinar a aceleração durante a “aterrissagem”.

A aceleração é a chave para evitar ferimentos. Segundo os teste de tolerância à força-g da NASA, uma pessoa parada pode aguentar cerca de 18g’s (170 m/s2) por períodos muito curtos. Então, qual será a aceleração a qual esses russos malucos estavam submetidos? Se o prédio tinha 13 metros de altura, e a neve tinha cerca de 1,5 metro de profundidade, a aceleração seria de apenas 7,6 g’s. Claramente “sobrevivível”.

Mas o lance do castigo está de pé, crianças. NÃO FAÇAM ISSO

Dá para sobreviver a um salto do topo de um prédio?

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Crianças, se eu vir vocês fazendo qualquer coisa parecida com isso, em qualquer momento das vidas de vocês, vocês vão ficar de castigo por dois meses. Sem Wii e sem internet. DE CASTIGO.

Queria saber qual desses gênios teve a ideia maluca. “Te dou 10 Rublos se você pular do topo daquele prédio naquele monte de neve”. Na verdade, isso parece tão maluco que eu me pergunto se é real. À primeira vista, parece mesmo real. No entanto, eu posso fazer uma análise simples de vídeo para verificar (usando, claro, a melhor ferramenta gratuita de análise de vídeo: Tracker Video).

Boa, cinegrafista amador russo. Você tentou fazer o vídeo ser difícil de analisar, e eu saúdo seus esforços. A câmera se move bastante. No entanto, eu sou um mestre do Tracker Video. Tenho aqui um gráfico do movimento vertical do primeiro cara que pulou. A unidade de distância é de 1 andar do prédio.


Será real? Bem, isso parece mesmo ter uma aceleração constante de −4,86 andares/s2. Se eu supor que este evento aconteceu no planeta Terra, com uma aceleração em queda livre de −9,8m/s2, posso determinar a altura de um andar.

Hmmmmm… Dois metros. Meio incomum. Ok, vamos tentar outro pulo e ver se consigo uma aceleração similar.

Para este pulo, identifiquei uma aceleração de cerca de −3,58 andar/s2. Isso colocaria a altura de um andar em 2,7 metros. Isso parece mais provável. Nos EUA, um andar de um prédio comercial pode chegar a cerca de 3 metros. No entanto, vamos fazer o terceiro pulo para confirmar. Este último resulta em um 2,1 metros para a altura do andar. Ok, seguindo em frente. O vídeo está com má qualidade, e a câmera realmente se move bastante. Mas a aceleração está constante, então acho que tudo bem. Vamos considerar uma média meio aleatória e determinar que a altura de um andar é 2,5 metros – um pouco baixo, mas vamos lá. Isso significa que a altura do prédio é cerca de 13 metros.

Próxima pergunta: dá pra fazer isso? É claro que dá. Lembram do Professor Splash? Ele saltou de uma altura de 10 metros para uma piscina de água com apenas 30cm de profundidade. É possível. Não vou entrar em detalhes, mas eu tenho uma página com uma calculadora de perigo de saltos. Aqui eu mostro como determinar a aceleração durante a “aterrissagem”.

A aceleração é a chave para evitar ferimentos. Segundo os teste de tolerância à força-g da NASA, uma pessoa parada pode aguentar cerca de 18g’s (170 m/s2) por períodos muito curtos. Então, qual será a aceleração a qual esses russos malucos estavam submetidos? Se o prédio tinha 13 metros de altura, e a neve tinha cerca de 1,5 metro de profundidade, a aceleração seria de apenas 7,6 g’s. Claramente “sobrevivível”.

Mas o lance do castigo está de pé, crianças. NÃO FAÇAM ISSO

Dá para sobreviver a um salto do topo de um prédio?

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Crianças, se eu vir vocês fazendo qualquer coisa parecida com isso, em qualquer momento das vidas de vocês, vocês vão ficar de castigo por dois meses. Sem Wii e sem internet. DE CASTIGO.

Queria saber qual desses gênios teve a ideia maluca. “Te dou 10 Rublos se você pular do topo daquele prédio naquele monte de neve”. Na verdade, isso parece tão maluco que eu me pergunto se é real. À primeira vista, parece mesmo real. No entanto, eu posso fazer uma análise simples de vídeo para verificar (usando, claro, a melhor ferramenta gratuita de análise de vídeo: Tracker Video).

Boa, cinegrafista amador russo. Você tentou fazer o vídeo ser difícil de analisar, e eu saúdo seus esforços. A câmera se move bastante. No entanto, eu sou um mestre do Tracker Video. Tenho aqui um gráfico do movimento vertical do primeiro cara que pulou. A unidade de distância é de 1 andar do prédio.


Será real? Bem, isso parece mesmo ter uma aceleração constante de −4,86 andares/s2. Se eu supor que este evento aconteceu no planeta Terra, com uma aceleração em queda livre de −9,8m/s2, posso determinar a altura de um andar.

Hmmmmm… Dois metros. Meio incomum. Ok, vamos tentar outro pulo e ver se consigo uma aceleração similar.

Para este pulo, identifiquei uma aceleração de cerca de −3,58 andar/s2. Isso colocaria a altura de um andar em 2,7 metros. Isso parece mais provável. Nos EUA, um andar de um prédio comercial pode chegar a cerca de 3 metros. No entanto, vamos fazer o terceiro pulo para confirmar. Este último resulta em um 2,1 metros para a altura do andar. Ok, seguindo em frente. O vídeo está com má qualidade, e a câmera realmente se move bastante. Mas a aceleração está constante, então acho que tudo bem. Vamos considerar uma média meio aleatória e determinar que a altura de um andar é 2,5 metros – um pouco baixo, mas vamos lá. Isso significa que a altura do prédio é cerca de 13 metros.

Próxima pergunta: dá pra fazer isso? É claro que dá. Lembram do Professor Splash? Ele saltou de uma altura de 10 metros para uma piscina de água com apenas 30cm de profundidade. É possível. Não vou entrar em detalhes, mas eu tenho uma página com uma calculadora de perigo de saltos. Aqui eu mostro como determinar a aceleração durante a “aterrissagem”.

A aceleração é a chave para evitar ferimentos. Segundo os teste de tolerância à força-g da NASA, uma pessoa parada pode aguentar cerca de 18g’s (170 m/s2) por períodos muito curtos. Então, qual será a aceleração a qual esses russos malucos estavam submetidos? Se o prédio tinha 13 metros de altura, e a neve tinha cerca de 1,5 metro de profundidade, a aceleração seria de apenas 7,6 g’s. Claramente “sobrevivível”.

Mas o lance do castigo está de pé, crianças. NÃO FAÇAM ISSO